SEMIÁRIDO BRASILEIRO

 Pesquisadores brasileiros e franceses discutem o futuro do semiárido em reunião. O evento aconteceu ontem na casa de José de Alencar, aqui em Fortaleza.

  Mudanças climáticas, desertificação e limitações socioeconômicos. Os três fatores que agravam a realidade do semiárido nordestino, já repletas de desafios, são focos dos debates promovidos pelo 2ª Reunião da rede Franco-brasileira pelo semiárido.

  Fundamentada em uma abordagem multidisciplinar e pluri institucional, e inspirada em experiências desenvolvidas em outras regiões do mundo, a rede se propõe a mobilizar competências em três sistemas fundamentais da sustentabilidade em meio semiáridos: Os sistemas hídricos, ecológicos e socioeconômicos.

  O primeiro dia de reunião contou com a presença de representantes do Instituto de pesquisa para desenvolvimento, do Centro Francês de pesquisa para o desenvolvimento internacional (CIRAD) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais(INPE) e Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME).

 A história de cooperação entre o governo do estado e a França já vem de muito tempo. Agora o CIRAD vem  trazendo pesquisadores para passar cerca de dois anos no Ceará. A ideia é ter melhorias no manejo da agricultura irrigada e familiar com dispositivos de monitoramento do consumo de água no setor.

  Ainda serão realizadas três ateliês " Água e gestão dos recursos hídricos", " Solos, transição agroecológica e biodiversidades" e  "Dinâmicas socioeconômicas".Visando permitir a identificação dos objetivos meios e fins, para os próximos dez anos no nordeste.


                                                                ATÉ A PRÓXIMA

                                                                                          João Morais








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